British Council Colombia

Rachel Whiteread work - Photographer: John Davies

Deutsche Guggenheim - Berlim

Guggenheim Museum - Nova Iorque

Luhring Augustine Gallery - Nova Iorque

Victoria & Albert Museum (V&A)

Haunch of Venision - galeria em Londres

National Galleries of Scotland

Exposição Rachel Whiteread

Após três meses de intensa visitação no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro com um público estimado em dez mil pessoas, é a vez de São Paulo receber uma das mais importantes escultoras inglesas da atualidade, Rachel Whiteread. Ela irá prestigiar a abertura da exposição, que ficará no MAM São Paulo de 18 de março a 03 de maio. Ao todo, serão 21 esculturas, duas das quais feitas especialmente para as exposições no Brasil que contam com a curadoria de Paulo Venancio Filho do Rio e Ann Gallagher do British Council de Londres. A exposição foi considerada pelo Jornal O Globo uma das dez melhores de 2003.

Veja imagens da exposição no Rio de Janeiro.

Rachel Whiteread nasceu em 1963 e estudou escultura na Slade School em meados dos anos 80. Seu trabalho envolve predominantemente moldar com gesso espaços cujas formas são ditadas pelos objetos do cotidiano, como por exemplo mesas e banheiras. Essas áreas são geralmente definidas pelos objetos que a cercam, como em Untitled (Pink Torso), um molde do interior de uma bolsa de água quente.

Untitled (Pink Torso) - Rachel Whiteread - Photographer: John Davies

House (Casa), é um molde do interior de uma casa estilo Vitoriana de três andares na região leste de Londres. A estrutura apresentava um espaço vazio em forma sólida, sem revestimento. A casa por si só se mantinha como um símbolo de sobrevivência, uma vez que todas as outras casas da Rua Grove foram derrubadas para re-urbanização da área.  

House - Rachel Whiteread - Photographer: John Davies

Whiteread, que foi prestigiada em 1993 com o importante Prêmio Turner, utiliza uma variedade de materiais na produção de seu trabalho, que já foi comparado com sarcófagos egípcios e seu método de trabalho com a fabricação de máscaras que eram utilizadas para cobrir os mortos.

Os trabalhos de Rachel Whiteread indicam na sua maioria que alguma coisa se perdeu, mas em ocasiões eles revelam justamente o oposto - quem observa seu trabalho tem a sensação de descobrir algo que sempre soube que estava ali mas não era possível identificar visualmente. Suas esculturas investigam o relacionamento entre a matéria e seu espaço negativo, entre o que se imaginava perdido e o que acaba se encontrando.

São Paulo
Museu de Arte Moderna (MAM/SP)
Parque do Ibirapuera, portão 3 - s/nº
T. (11) 5549-9688
18 de março a 3 de maio de 2004
Terças, quartas e sextas de 12h às 18h
Quintas de 12h às 22h
Sábados, domingos e feriados de 10h às 18h

Ingressos
R$ 5

Entrada gratuita:
- sócios do MAM
- funcionários das empresas parceiras
- terças, durante todo o dia
- quintas, a partir das 17h
- menores de 10 e acima de 65 anos

Meia entrada:
- estudantes com a apresentação da carteirinha

DCSIMG

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